Antifrágil 

Dr. Tzuriel Rashi disse ontem, ao acender as velas do Chanucá na Universidade de Ariel:
Normalmente distinguimos entre coisas frágeis e não frágeis. O vidro é frágil, por isso o manuseamos com muito cuidado, enquanto o plástico não é frágil, por isso pode ser derrubado sem medo. Mas deve-se atentar para um terceiro tipo de material: o antifrágil.
O filósofo Nassim Taleb foi o primeiro a escrever sobre isso, em seu best-seller “Antifrágil”: Existem substâncias na natureza que além de não serem frágeis, a tentativa de quebrá-las as torna mais fortes. Por exemplo, se um grande incêndio encontrar um vento, o vento apenas o fortalecerá. Quanto mais nossos músculos se tensionam e encontram mais resistência e dificuldade – mais forte eles se tornam. Até o nosso sistema imunológico, quando encontra a substância hostil em uma pequena dose, desenvolve proteção e a imunidade aumenta.
Chanucá é uma festa que nos lembra que somos um povo antifrágil: um forte império tentou nos fazer perder nossa identidade, mas aconteceu o contrário. Saímos disso mais fortalecidos. Temos mantido fé em nossa identidade e nosso país em condições impossíveis. Em toda geração existem aqueles que se erguem para nos aniquilar. / E o Eterno, bendito seja, nos salva das mãos deles. Acontece que todos os desafios e dificuldades – nos fortalecem.
São precisamente as pequenas velas que nos lembram este grande poder. Chanucá é a oportunidade de parar e pensar sobre o que nos torna um povo antifrágil e o que pode fazer de cada um de nós uma pessoa antifrágil.

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