As paradas também são boas para nós/ A Nota Diária, Vikahel-Pekudi / Sivan Rahav-Meir:

Depois de um ano difícil, tudo está voltando estamos aprendendo a valorizar tudo de novo. No Shabat passado, pela primeira vez desde o início da pandemia, estávamos na presença de muitos amigos. A ocasião foi uma celebração Sheva Brachot (realizada todos os dias da semana após um casamento em homenagem ao novo casal). Nunca pensei que ficaria tão animada com uma conversa com amigas em torno de uma mesa de jantar. Nunca fiquei tão entusiasmada com os doces jogados no noivo quando ele subiu à Torá.
E então, de repente, no final da leitura da Torá, recebi uma explicação para esses sentimentos maravilhosos. Em um dos versos finais do Livro do Êxodo, onde se faz alusão às viagens do povo pelo deserto, Rashi comenta: “O local do acampamento também é chamado de viagem”. Não só os tempos em que avançaram são chamados de jornadas, mas também os acampamentos ou paradas. Mesmo aqueles momentos em que eles são obrigados a permanecer no lugar também fazem parte da jornada; mesmo assim, as pessoas poderiam aprender e avançar em seu crescimento e desenvolvimento. Nossos comentaristas explicam que durante cada capítulo de sua jornada, especialmente durante as paradas, eles reuniram forças para a próxima jornada.
Seguimos em frente depois de uma parada que durou um ano, mas não foi um ano de tempo perdido, um vazio de nada. Este ano foi também um capítulo na caminhada da nossa vida, durante o qual aprendemos e avançamos, mesmo que interno e oculto. E agora estamos nos movendo novamente, apenas com força aumentada.

Chazak! Chazak! Venitchazek! Seja forte! Seja forte! E que possamos ser fortalecidos!

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