Defesa de Israel:

Avi Har-Even, de abençoada memória, recebeu o Prêmio de Defesa de Israel. Ele o recebeu por inovações que, por razões de segurança nacional, não podem ser divulgadas. Ele também foi o chefe da Agência Espacial de Israel, um coronel do IDF e um líder na indústria aeroespacial de Israel. Ele lidou com satélites e sua instrumentação avançada e liderou a pesquisa e o desenvolvimento. Ao fazer isso, ele salvou a vida de muitos que nem mesmo estão cientes disso. Mas ele não pôde salvar sua própria vida. A mesma pessoa que levou o complexo de segurança de Israel a níveis tecnológicos inacreditáveis, foi morta no ataque mais primitivo: manifestantes árabes jogaram uma bomba incendiária em um hotel em Ako (Acre) enquanto ele dormia ali. Avi, de 84 anos, ficou gravemente ferido e morreu ontem à noite devido aos ferimentos.

Armas sofisticadas são importantes, mas Israel – uma campeã na pesquisa aeroespacial – às vezes se esquece do que está acontecendo em nosso cenário interno, bem aqui em Ako e Lod, por exemplo.

No Shabat, lemos sobre um princípio importante da porção semanal da Torá. Quando os dez espiões voltaram de sua excursão à Terra de Israel, eles disseram o seguinte sobre seu encontro com os residentes locais: “Éramos como gafanhotos aos nossos olhos e, portanto, aos deles”. Já que nos víamos fracos por dentro, eles nos viam como fracos por fora. Isso é verdade em nossa vida pessoal (uma baixa autoestima influenciará a maneira como os outros nos veem) e também na vida de nossa nação. A autoconfiança é crucial. A teimosa insistência em seguir a lei e a compreensão do que estamos fazendo aqui são fundamentais. Caso contrário, seremos vistos como “gafanhotos”, como pessoas que podem ser facilmente atacadas, D’us nos livre.

Em memória de Avi Har-Even, ganhador do Prêmio de Defesa de Israel, com esperanças de melhorias na defesa de Israel.

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