Estamos deixando de aproveitar grandes riquezas?

Quantos verdadeiros tesouros deixamos passar porque estávamos muito ocupados? Seria possível que uma mensagem incrível chegasse diretamente a nós, mas simplesmente não a ouviríssemos?

Moshe Rabeinu se dirige à nação de Israel, na porção da Torá desta semana, com notícias maravilhosas: O Êxodo do Egito está prestes a começar! Há anos que as pessoas esperam que isso aconteça e agora, finalmente, chegou a hora. Mesmo assim, a resposta dos filhos de Israel ao seu discurso comovente é bem deprimente: “E eles não ouviram Moshe devido à angústia e ao trabalho árduo.”

Como pode ser? As pessoas podem ficar tão ocupadas e distraídas que não percebem quando chega a oportunidade de se libertar da escravidão? O que é momentaneamente “urgente” pode superar o que é realmente importante? O temporário pode silenciar o histórico? A resposta é que isso é exatamente o que Faraó tentou fazer, e é isso que a inclinação ao mal tenta fazer conosco até hoje.

Em seu livro “Mesilat Yesharim” (Caminho dos Justos), o Rabino Moshe Chaim Luzzato escreve que precisamos ter muito cuidado para que isso não aconteça conosco também: “Entre os truques da enganosa inclinação ao mal está sobrecarregar o coração das pessoas com trabalho constante, a ponto de não conseguirem sequer parar, olhar em volta e pensar em qual caminho estão trilhando.”

Será que nos concedemos tempo “para fazer uma pausa, olhar ao redor e refletir” a fim de não perder o anúncio de que a redenção está chegando, de modo que possamos ajustar a nossa vida para o rumo certo?

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