Por que você não foi … você? O dia mais sagrado do ano começa em algumas horas e qual é o seu propósito final? Parar de nos compararmos aos outros e começar a nos comparar a nós mesmos. São as horas em que é possível resolver ser a melhor versão de nós mesmos. Conta-se do Rabino Zusha, um dos fundadores do movimento chassídico, que costumava dizer: “Não tenho medo de que, quando morrer, me perguntem no céu, por que não fui Moshe Rabeinu. Não tenho medo que me perguntem por que não fui o Rambam. Só tenho medo que me perguntem por que não fui Zusha”. Que possamos ter o mérito de ser nós mesmos! E que todos possamos ser inscritos para um bom julgamento, no Livro da Vida.

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