Que pão comeram¿/ Nota Diária/ Sivan Rahav Meir

Tradução: Gladis Berezowsky e Sergio Fuks

Mo’adim L’Simcha (Boas Festas). Esse é o tipo de conto que, mesmo que você conheça, deve ler novamente. Em 1947, David Ben-Gurion falou perante uma comissão de inquérito da ONU que chegou a Israel. É assim que ele explicou nossa conexão com Israel:
“Há cerca de trezentos anos, um navio chamado ‘Mayflower’ navegou para o Novo Mundo. Foi um grande acontecimento na história da Inglaterra e da América, mas quero saber, se há um inglês que sabe exatamente quando esse navio partiu, e quantos americanos sabem disso. E qual era a natureza do pão que comeram quando partiram? E aqui, mais de 3.000 anos antes da viagem do Mayflower, os judeus deixaram o Egito e todos os judeus do mundo, e até mesmo da América e da Rússia Soviética sabem exatamente em que dia partiram: no décimo quinto dia de Nissan. Os judeus comeram matsá. Até hoje, os judeus em todo o mundo comem esta matsá no décimo quinto dia de Nissan, na América, na Rússia e em outros países, e contam a história do Êxodo e dos problemas que se abateram sobre os judeus desde o dia em que foram para a Diáspora, e terminam com dois artigos: Este ano escravos, no ano que vem livres. Este ano aqui, no ano que vem em Jerusalém, em Tzion em Eretz Israel. Assim são os judeus”.

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